Economic History of Portugal/Português

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O artigo seguinte História Económica de Portugal retrata a situação do páis desde Dezembro de 2007 até Junho de 2008. Este texto foi escrito originalmente pelo Judazs no forum Erepublik Portugal.


História Económica Nacional

" Nos tempos iniciais em Portugal, havia apenas um grande grupo económico, com participação em todos os sectores empresariais, liderado pelo Partido da maioria. Nesse tempo o Governo era composto por 2 Senadores e havia meia dúzia de jogadores.

Na vaga que se seguiu, abriram algumas empresas concorrentes, com um grande empenho e vontade de aprender a jogar o jogo, melhorá-lo, e enriquecer individualmente. A disparidade de salários era brutal, sistematicamente as empresas novas ofereciam salários 3 ou 4 vezes superiores às das outras, apenas com o objectivo de roubar trabalhadores, para passado 1 ou 2 semanas falirem. O desemprego assolava a maioria da população e havia escassez de produtos no mercado.

Com o passar do tempo, com a falência de muitas dessas empresas e consequente abandono dos seus GM’s do jogo (porque tinham tentado enriquecer à bruta, tinham falhado, e não conseguiam sequer vender a sua empresa, gera-se no seio dos vários partidos a noção de ser necessário um Estado interventivo na economia, e uma regulação.

É neste cenário que é desenvolvido (Fevereiro) pelo ex-presidente tostex (na altura no SDP) o plano Portugal Super-Potência ([1]), que pela primeira vez pensa numa economia planeada, com uma forte participação do Estado, tendo como objectivo reduzir o desemprego e a deflação, e aumentar o PIB, tentando criar em Portugal uma super-reserva de GOLD, a ser usada futuramente quando o módulo de guerra fosse activado (Março). Assim sendo, este plano previa o financiamento da parte do Estado das empresas demonstradamente bem geridas, de modo a dinamitar a produção das empresas dos países concorrenciais, através de dumping, atraindo para os cofres do Estado GOLD roubado ao estrangeiro, criando ao mesmo tempo super-empresas nacionais, com uma grande capacidade de trabalho, e um conjunto de GM’s experimentados e habituados aos pequenos pormenores do jogo. Com este plano iniciam-se os subsídios do Estado às empresas.

No final de Fevereiro, com a publicação, do Ligtez, do ensaio É a eEconomia, eEstúpido! ([2]), Portugal apercebe-se da inexistência de contra-indicações da desvalorização da moeda, e por isso mesmo, muda a taxa de cambio de 1GOLD = 75 PTE, para 1 GOLD = 200 PTE, como incentivo da venda de GOLD ao Estado. Ao mesmo tempo decreta a abolição de todo o tipo de impostos, acreditando-se que, com uma economia planeada, subsidiada pelo Estado, Portugal tem a possibilidade de crescer, tornando-se numa forte maquina produtora.

No final de Março (dia 28, se não me engano) foi implementado pelos admins o módulo de guerra, podendo os países decretar guerra uns aos outros. E a partir daqui o mundo mudou.

No dia 11 de Abril, os Estados Unidos (na altura uma das maiores potencias mundiais, e com um discurso fortemente expansionista, decretaram guerra ao Canadá. A Europa, sentindo-se claramente ameaçada enviou para o Canadá uma força expedicionária, algo desorganizada, com o objectivo de impedir a progressão americana. Portugal também enviou alguns elementos nacionais. Deu-se uma corrida à compra de tickets, gifts e guns. A procura aumentou, e as empresas que operavam em Portugal (fora do Plano SP) ao aperceberem-se de um aumento da procura deste tipo de bens, optaram por aumentar exponencialmente o seu preço, tendo em vista o lucro fácil. A consequência é fácil de adivinhar. Portugal tinha uma força expedicionária, ainda algo desorganizada (era a sua primeira missão), que simplesmente não tinha dinheiro para comprar os poucos produtos necessários à defesa do Canadá. Os membros desta força, não iam ao Canadá defender os seus interesses. Todos os que conseguiram ir perderam dinheiro nesta investida, mas fizeram-no para defender a Europa, e mostrar claramente aos Americanos que apesar de terem, na altura, uma economia forte e de terem vontades imperialistas, que não iriam passar dali. Foi em defesa da Pátria que esses bravos se sacrificaram, às suas custas, contra o Imperialismo Americano, mas também contra o Capitalismo Selvagem reinante em Portugal.

É por isto, que no dia 14 de Abril, o presidente Phusion9 apresenta o Plano Portugal, também conhecido como plano SIEG ALHO ([3]), obtendo o nome da comparação dos regimes Fascistas com as limitações implicadas à Liberdade Económica. E no preâmbulo do mesmo, o presidente diz, e cito – Os recentes eventos são evidência da ineficácia da organização actual de Portugal. A economia portuguesa é pouco produtiva, dispersa, fraca. Nos seguintes dias serão aplicadas medidas extremas de modo a mudar esta situação. Se queremos uma potência mundial, temos que nos juntar e combater os problemas de Portugal de raiz.

O Plano Portugal tem como objectivo acabar com a ineficácia industrial portuguesa, combater o Capitalismo selvagem e desmedido, facilitar a transferência de trabalhadores de uns sectores para os outros (conforme as necessidades de produção), diminuir o desemprego, criar tabelas salariais (mínimas), fixar preços, e evitar o desperdício de GOLD.

E de facto, o Plano Portugal foi cumprido, sendo incluído no mesmo, na altura, as empresas com maior capacidade de produção, geridas pelos que já tinham demonstrado maior capacidade. Houve subsídios estatais, tendo em vista o aumento de qualidade das empresas, mas houve também indicações expressas e precisas relativamente aos deveres dos GM’s incluídos no Plano. Mais tarde, houve empresas que satisfaziam as condições e a vontade de integrar o integrar que sendo devidamente auditadas vieram a entrar para o mesmo.

Com o Plano Portugal, conseguiu-se uma massa produtiva funcional, e acima de tudo isso, justa, não só para os patrões e para os empregados, mas também para os consumidores e para as necessidades de Portugal.

Grande parte da força politica Portuguesa deve-se a tudo o que foi possível graças a estas alterações aos métodos de produção.

E agora, no inicio de Junho, pretende-se dar o próximo passo, fundindo as empresas do Plano Portugal em SGPS’s, organizadas pela Qualidade, com Conselhos de Administração compostos pelos GM’s iniciais e pelo Presidente de Portugal, dando a estas SGPS’s a possibilidade de serem controladas por vários users, tendo assim uma frequência de atenção muito maior, bem como uma participação efectiva do Estado, mas pretende-se mais do que isso, pretende dar-se a liberdade aos pequenos investidores de participarem no engrandecimento da nação.

A Nacionalização, apenas visa, objectivamente, as empresas do Plano Portugal, mas afecta todas as outras.

Portugal viveu recentemente um engrandecimento em termos populacionais, gerando uma enorme massa crítica, com vontade e participar activamente na vida social, politica, militar, mas também económica da nação. Podendo juntar-se o útil ao agradável, julgo que a economia portuguesa é suficientemente madura para que seja possível o convívio, após 2 meses de Plano Portugal, entre massas produtivas nacionalizadas, e pequenas empresas independentes.

A Nacionalização tem com principal objectivo garantir, definitivamente, para o Estado, o papel de principal força de produção nacional, mas também de tabelador, e de criador de infra-estruturas essenciais ao funcionamento nacional, garantindo assim, de uma vez por todas, que as Forças Produtivas nos pertencem, a todos os portugueses. Os ganhos em temos de liberdades dos investidores privados, são apenas uma pequena mais valia do projecto Nacionalizador.

Por Portugal!

PORRA. "